Atualizada para 2026 · CLT + Reforma Trabalhista

Calculadora de rescisão trabalhista:
quanto você tem a receber

Calcula saldo de salário, aviso prévio, 13º, férias, multa do FGTS e adicionais como horas extras. O resultado é uma estimativa e depende dos dados que você informar. Grátis e sem cadastro.

Cálculo conforme CLT
Sem cadastro obrigatório
Base legal citada
Calculadora gratuita

Vamos calcular o que você tem direito

Responda 4 etapas simples. Leva cerca de 4 minutos. Quanto mais preciso você for, mais exata a estimativa.

1 Identificação
2 Verbas básicas
3 Adicionais
4 Sinais de alerta

Vamos começar pelo seu contrato

Primeiro precisamos saber se o contrato já terminou: a conta muda bastante.

Quando você entrou na empresa

Valor antes dos descontos (INSS, IR, etc.)

Atenção — possível prescrição: a saída ocorreu há mais de 2 anos. Pela CLT (art. 11), o prazo para ajuizar ação trabalhista é de 2 anos após o fim do vínculo. Vamos seguir com o cálculo, mas consulte um advogado trabalhista pra avaliar se ainda cabe ação.

Verbas que toda rescisão envolve

Aviso prévio, FGTS e férias. Detalhes que mudam o valor final.

Férias vencidas são períodos completos (12 meses) que já podiam ter sido gozadas e não foram. Vamos cuidar da regra da dobra automaticamente.

Sua rotina de trabalho gerava direitos extras?

Horas extras, trabalho noturno e ambiente perigoso geram valores que podem dobrar o que você tem a receber. Vamos verificar.

A lei usa o salário mínimo como base, mas várias categorias têm convenção que prevê o salário base — o que pode multiplicar o valor.

Atenção: a lei não permite acumular insalubridade e periculosidade (CLT art. 193, §2º). Vamos calcular o mais vantajoso pra você.

Some todas as comissões dos últimos 12 meses e divida por 12.

Situações que podem virar ação separada

Cada item abaixo pode aumentar significativamente o valor — em alguns casos, gera ação própria além da rescisão. Marque as que se aplicam ao seu caso.

Formato mês/ano. Ex: 03/2026

Diferença entre seu salário e o do colega que fazia a mesma função.

Importante: esta é uma estimativa preliminar baseada nas informações que você forneceu. Os valores reais dependem de análise documental (CTPS, holerites, ponto, contracheques) feita por um advogado trabalhista.

Sua estimativa

R$ 0 – R$ 0

Estimativa preliminar com margem de ±15%. O resultado pode variar conforme documentos e particularidades do caso.

Aguardando cálculo... —
Relatório Trabalhista Completo

A empresa onde você trabalhou já apareceu em processos com temas parecidos com o seu?

O Relatório Trabalhista Completo cruza o que você informou com processos trabalhistas públicos da empresa — e também abre sua estimativa verba por verba.

R$ 19,90pagamento único

A compra é opcional. Sua estimativa acima continua gratuita.

O que vamos pesquisar para você

Raio-X trabalhista da empresa

Pesquisamos processos trabalhistas relacionados ao CNPJ informado e identificamos os assuntos que aparecem com mais frequência.

  • Processos trabalhistas localizados
  • Principais temas encontrados
  • Temas que se aproximam do que você relatou
  • Comparação entre seu relato e o histórico

E o que você recebe sobre seu cálculo

Cálculo verba por verbaQuanto cada verba representa na sua estimativa.
Memória do cálculoComo os valores foram obtidos e quais referências foram usadas.
Pontos de atençãoO que você informou que pode alterar a estimativa.
Projeção do valor ao longo do tempoSimulação de atualização conforme os parâmetros do sistema.

Veja o histórico da empresa e abra seu cálculo completo

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Sua estimativa gratuita continua disponível.

O histórico usa dados de processos públicos. A existência de processos ou de assuntos semelhantes não significa que a empresa tenha cometido irregularidade, que situações distintas sejam equivalentes ou que eventual ação tenha determinado resultado.

Como ler este resultado
  • A faixa soma o que a empresa paga no fim do contrato: saldo de salário, aviso prévio, 13º e férias, conforme o tipo de saída, e os adicionais que você marcou.
  • A multa do FGTS entra na faixa quando o tipo de saída dá direito a ela: 40% na demissão sem justa causa e na rescisão indireta, 20% no acordo.
  • Se você disse que a empresa não depositava o FGTS, ou depositava só às vezes, a estimativa do que falta depositar também entra.
  • O saldo que já está na sua conta do FGTS aparece à parte, abaixo da faixa. Esse dinheiro já é seu: a empresa não paga de novo, e ele não aparece no TRCT.
  • A multa é calculada sobre tudo o que deveria ter sido depositado durante o contrato. Saques feitos no meio do caminho não diminuem essa base. Por isso ela pode não bater com o saldo do app do FGTS. Entenda o FGTS na rescisão.
  • A margem de 15% existe porque o cálculo usa só o que você informou. Para conferir, compare com o TRCT, os holerites e o extrato do FGTS.

Esta calculadora oferece estimativa informativa baseada na CLT e legislação trabalhista vigente. Não substitui análise jurídica individualizada. Os valores podem variar conforme convenção coletiva, jurisprudência aplicável e particularidades do contrato de trabalho.

Guia completo

Você acabou de calcular. Agora entenda cada número.

A maioria das pessoas usa uma calculadora de rescisão, vê o resultado e fecha a aba. Erro. O número sozinho não te diz nada — você precisa entender o que ele significa pra saber se a empresa está pagando o que deve, se está abaixo do correto, ou se você tem mais dinheiro pra receber do que imaginava.

Esse guia explica, em linguagem direta, cada verba que aparece no cálculo, quando ela é devida, quando a empresa pode reduzir e quando você pode questionar judicialmente. Sem juridiquês.

O que são verbas rescisórias

Verbas rescisórias são todos os valores que a empresa precisa pagar quando o contrato de trabalho termina. Não é favor. Não é bondade da empresa. É direito seu, garantido pela CLT (Decreto-Lei 5.452/1943) e pela Constituição Federal.

O conjunto exato de verbas que você recebe depende de como o contrato terminou — e é aí que muita gente se perde. Cada tipo de saída tem regras diferentes. Vamos passar por todas.

Os tipos de demissão e o que muda em cada uma

Demissão sem justa causa

A empresa simplesmente decidiu te dispensar, sem você ter dado motivo. Esse é o cenário em que o trabalhador recebe tudo: saldo de salário, aviso prévio, 13º proporcional, férias proporcionais com 1/3, férias vencidas (se houver), saque integral do FGTS e multa de 40% do FGTS. É o cenário mais protegido pela lei.

Pedido de demissão

Você decidiu sair. Aqui você recebe saldo, 13º proporcional e férias proporcionais — mas perde a multa de 40% do FGTS, não saca o FGTS depositado (ele fica retido na conta vinculada) e ainda precisa cumprir aviso prévio. Saída mais cara que a maioria imagina.

Justa causa

A empresa alega que você cometeu falta grave (CLT, art. 482). Recebe basicamente nada além do saldo de salário e férias vencidas, se tiver. O problema: muitas justas causas são aplicadas de forma irregular — sem proporcionalidade, sem o devido processo interno, sem provas concretas. Quando isso acontece, a justa causa pode ser revertida judicialmente e você passa a ter direito a tudo que teria numa demissão sem justa causa.

Rescisão indireta

É a "justa causa do empregador". Quando a empresa comete falta grave contra você — não paga salário em dia, descumpre obrigações, te submete a humilhação, exige tarefas fora do contrato, não recolhe FGTS — você pode pedir rescisão indireta na Justiça e sair com os mesmos direitos da demissão sem justa causa. Inclusive multa de 40% do FGTS.

Acordo mútuo (CLT 484-A)

Empresa e trabalhador combinam a saída em comum acordo. Foi criado pela Reforma Trabalhista de 2017. Você recebe metade do aviso prévio, 80% do FGTS e multa reduzida pra 20% (em vez de 40%). Pode pegar 80% do saldo do FGTS pra sacar. Não dá direito a seguro-desemprego. Só vale a pena em situações muito específicas — calcule antes de assinar qualquer coisa.

Fim de contrato por prazo determinado

Contratos de experiência (até 90 dias) ou prazo determinado têm regras próprias. Geralmente, no término natural do prazo, você recebe saldo, 13º proporcional, férias proporcionais e saque do FGTS — mas sem aviso prévio e sem multa de 40%. Se a empresa rescindir antes do prazo combinado, aí entra indenização específica (CLT, art. 479).

A empresa só te paga o que você sabe que tem direito. O resto, ela tenta deixar passar.

Verbas que toda rescisão envolve

Saldo de salário

Os dias trabalhados no mês da saída e ainda não pagos. Cálculo simples: salário ÷ 30 × dias trabalhados no mês. Sempre devido, não importa o tipo de saída.

Aviso prévio

Pode ser trabalhado (você cumpre 30 dias trabalhando, com redução de 2h diárias ou 7 dias corridos no final) ou indenizado (a empresa paga 30 dias e te dispensa do trabalho). Pela Lei 12.506/2011, o aviso é proporcional: 30 dias para até 1 ano de empresa + 3 dias por ano completo trabalhado, até o máximo de 90 dias. Quem trabalhou mais tempo recebe mais aviso.

13º salário proporcional

Cálculo: (salário ÷ 12) × meses trabalhados no ano. Cada fração de 15 dias ou mais conta como mês cheio. O 13º proporcional é devido em quase todos os tipos de saída — inclusive pedido de demissão.

Férias proporcionais + 1/3 constitucional

Para cada mês trabalhado no período aquisitivo, você ganha 2,5 dias de férias proporcionais. Esse valor recebe um adicional de 1/3 (terço constitucional). Só não tem direito quem foi demitido por justa causa antes de completar 12 meses (CLT, art. 147).

Férias vencidas + 1/3

Se você tinha período aquisitivo completo (12 meses cumpridos) e não tirou as férias, recebe o valor cheio + 1/3. Se passou do prazo concessivo (mais 12 meses depois do aquisitivo), a empresa deve em dobro — é o que está no art. 137 da CLT, e muita empresa "esquece" desse detalhe.

FGTS e multa de 40% na rescisão

O FGTS é depositado mensalmente pela empresa em uma conta vinculada na Caixa, no valor de 8% do seu salário. Na rescisão, dependendo do tipo de saída, você pode sacar o saldo acumulado e receber a multa rescisória, calculada sobre os depósitos de FGTS devidos durante o contrato.

Resumo rápido por tipo de saída:

Como a calculadora mostra isso: a multa entra na faixa estimada, porque é paga pela empresa. O saldo que já está na sua conta aparece à parte, porque o dinheiro já é seu. A base da multa é tudo o que deveria ter sido depositado no contrato, com correção. Saques feitos no meio do caminho não diminuem essa base, então a multa pode não bater com o saldo do app. Mais detalhes em multa de 40% do FGTS: quem tem direito.

Atenção: se a empresa não recolheu FGTS no período em que você trabalhou (algo que você confere no extrato da conta vinculada na Caixa), você tem direito a cobrar todos os depósitos atrasados, com correção. Esse valor é cobrado em ação trabalhista e prescreve em 5 anos.

Adicionais: onde mora o dinheiro que ninguém calcula direito

Aqui está o ponto onde o cálculo da empresa quase sempre fica abaixo do correto. Adicionais geram reflexos em todas as outras verbas — descanso semanal remunerado, 13º, férias, FGTS — e quando esses reflexos não são pagos, o trabalhador perde valores consideráveis sem saber.

Horas extras

Toda hora trabalhada além das 8h diárias ou 44h semanais é hora extra, e deve ser paga com adicional de no mínimo 50% no dia útil ou 100% em domingos e feriados. Os reflexos dessa hora extra impactam DSR (descanso semanal remunerado), 13º, férias e FGTS. Em 5 anos acumulados, horas extras não pagas costumam ser a maior verba retroativa numa ação trabalhista.

Adicional noturno

Trabalho realizado entre 22h e 5h tem adicional de 20% (urbano) ou 25% (rural) sobre a hora normal. A hora noturna também é reduzida — 52 minutos e 30 segundos equivalem a 1 hora normal. Reflete em DSR, 13º, férias e FGTS.

Insalubridade

Trabalho em ambiente insalubre dá direito a adicional de 10%, 20% ou 40% sobre o salário mínimo (ou sobre o salário base, se a convenção da categoria prever). Os percentuais correspondem a graus mínimo, médio e máximo conforme NR-15 do Ministério do Trabalho. Frio, calor, ruído acima do tolerável, agentes químicos ou biológicos podem caracterizar insalubridade.

Periculosidade

Trabalho em condição perigosa (eletricidade alta tensão, inflamáveis, explosivos, vigilância armada, motofretista) dá direito a adicional de 30% sobre o salário base. Não acumula com insalubridade — você escolhe o que for mais vantajoso (CLT, art. 193, §2º).

Comissões

Se você recebia comissões além do salário fixo, elas integram a base de cálculo das verbas rescisórias (Súmula 27 do TST). A empresa precisa calcular pela média dos últimos 12 meses. Muita empresa esquece de incluir esse valor no cálculo da rescisão.

Trabalhou em ambiente perigoso, fazia horas extras ou recebia comissão?

Volte na calculadora e marque os adicionais que se aplicam

Quando o cálculo da empresa não bate com o seu

Se o valor que aparece nessa calculadora está significativamente acima do que a empresa pagou no TRCT (Termo de Rescisão do Contrato de Trabalho), é provável que algum desses erros tenha acontecido:

Diferenças pequenas (na casa de poucos reais) costumam ser arredondamento. Diferenças grandes — centenas ou milhares de reais — quase sempre indicam que tem verba não paga ou mal calculada. Se sua calculadora aqui mostra um valor 20% ou mais alto que o pago pela empresa, vale uma análise documental detalhada.

Prazos: quanto tempo pra receber e pra processar

Prazo da empresa pra pagar

A empresa tem até 10 dias corridos a contar do término do contrato para pagar todas as verbas rescisórias e entregar o TRCT (CLT, art. 477, §6º). Se atrasar, multa equivalente a um salário do trabalhador é devida — e pode caracterizar atraso recorrente que sustenta rescisão indireta.

Prazo pra entrar com ação trabalhista

Você tem 2 anos a partir do término do contrato pra ajuizar ação na Justiça do Trabalho (prescrição bienal, CLT art. 11). Esse é o prazo final — passou disso, perdeu o direito de cobrar judicialmente o que ficou sem pagar.

Prazo dos retroativos cobráveis

Dentro da ação, você pode cobrar diferenças dos últimos 5 anos antes da data do ajuizamento (prescrição quinquenal). Significa que horas extras não pagas em 2020 podem ser cobradas até 2025, e assim por diante. Quanto mais tempo passa, mais retroativo você perde.

Saiu da empresa há mais de 2 anos? O prazo pra ação trabalhista pode estar prescrito. Mas existem situações específicas — vínculo sem carteira reconhecido, FGTS não depositado, danos morais decorrentes do contrato — em que prazos diferentes se aplicam. Vale conferir antes de desistir.

O que fazer agora com esse resultado

Você tem três cenários possíveis depois de calcular:

Cenário 1: o cálculo bate com o que a empresa pagou

Bom sinal. A empresa cumpriu o básico. Confira o TRCT linha por linha pra garantir que todas as verbas estão lá, assine, e siga em frente.

Cenário 2: o cálculo está acima do que a empresa pagou

Aqui é onde dá errado pra muita gente. Não assine o TRCT como "quitação plena" sem antes entender por que a diferença existe. Quitação plena pode te impedir de cobrar diferenças depois. Antes de assinar, leve o cálculo pra um advogado trabalhista revisar a documentação (CTPS, holerites, ponto, contracheques, convenção coletiva). É possível que a diferença seja justificada — mas é possível também que a empresa tenha calculado errado, de propósito ou não.

Cenário 3: a empresa não pagou nada (ou pagou parcial)

Passados os 10 dias corridos do término do contrato sem pagamento integral, você já tem direito à multa do art. 477. Se a empresa continuar não pagando, ação trabalhista é o caminho. Quanto mais cedo você protocolar, mais retroativos consegue dentro da prescrição quinquenal.

A calculadora te dá o número. O que você faz com ele determina se vai receber ou perder.
Outras calculadoras

Calculadoras específicas por tipo de situação

Cada situação tem regras diferentes. Use a calculadora certa pra resultado mais preciso.

Como funciona

Estimativa transparente, com metodologia explicada

Não é caixa-preta: explicamos os critérios utilizados no cálculo e as principais referências legais aplicáveis. Você recebe gratuitamente a estimativa geral do seu caso e pode aprofundar o resultado no relatório completo.

Cálculo conforme a CLT

Algoritmo construído com base nos artigos da CLT, súmulas do TST e jurisprudência atualizada. Inclui reflexos cascateando entre verbas (HE → DSR → 13º → férias → FGTS).

Metodologia que você confere

As calculadoras indicam as principais referências legais utilizadas e explicam os critérios considerados na estimativa. Se precisar confirmar os valores diante da sua situação concreta, leve o resultado e seus documentos a um advogado trabalhista.

Seus dados estão seguros

Cumprimos a LGPD. Suas informações não são compartilhadas com terceiros e você pode solicitar exclusão a qualquer momento. Cálculo pode ser feito sem cadastro.

Dúvidas frequentes

Perguntas que talvez você esteja se fazendo

A calculadora é gratuita mesmo?
Sim. Você pode calcular quantas vezes quiser, sem cadastro obrigatório. A estimativa é gratuita; o Relatório Trabalhista Completo é opcional.
Os valores do cálculo são exatos?
O cálculo é uma estimativa preliminar com margem de ±15%. O valor exato depende de análise documental (CTPS, holerites, contracheques, ponto, convenção coletiva da categoria). Trabalhamos com range justamente porque ser honesto vale mais que prometer um valor "exato" com dados incompletos.
O que faço depois do cálculo?
Você vê gratuitamente a estimativa geral calculada a partir das informações que forneceu. Se quiser aprofundar o resultado, o Relatório Trabalhista Completo mostra a composição da estimativa verba por verba, as referências utilizadas e outras informações relacionadas ao seu caso. Para uma análise jurídica individualizada, reúna também seus documentos — como CTPS, holerites, controles de ponto e documentos da rescisão — e consulte um advogado trabalhista.
Posso processar a empresa enquanto ainda estou trabalhando?
Sim, é seu direito. Existem situações em que faz mais sentido aguardar a saída e outras em que entrar imediatamente é estratégico (rescisão indireta, por exemplo). Veja quando vale a pena processar a empresa.
Quanto tempo a empresa tem pra pagar minha rescisão?
O prazo é de até 10 dias corridos a partir do término do contrato (art. 477, §6º da CLT). Não pagando, há multa equivalente a um salário em favor do trabalhador. Atrasos recorrentes podem ainda gerar rescisão indireta.
Eu trabalhei sem carteira assinada. Tenho algum direito?
Sim, e provavelmente bastantes. Se houver vínculo de emprego (subordinação, habitualidade, pessoalidade e onerosidade), você pode pleitear o reconhecimento e receber tudo que teria recebido com carteira assinada — inclusive FGTS de todo o período, 13º, férias e multa de 40%. A prescrição é de 5 anos.
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Artigos completos sobre rescisão e direitos trabalhistas

Guias práticos, com referências legais citadas, pra você entender melhor seus direitos trabalhistas.

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